Trabalhamos com marcas que ainda não vendem na Amazon e querem entrar bem, e com marcas que já lá estão mas sem controlo sobre preço, conteúdo ou quem as vende. Operamos na Europa e nos Estados Unidos: catálogo, publicidade, análise de margem e formação das equipas internas.
Antes de abrir a conta, decidimos o que vale a pena vender. Analisamos o catálogo produto a produto, com margem real depois de IVA, taxas de referral e custos de envio, e escolhemos o mercado e a gama por onde começar. Tratamos do registo de marca, do conteúdo e do arranque.
Muitas marcas já estão à venda sem o saber, colocadas por revendedores, a preços que não definiram e com conteúdo que não escreveram. Identificamos quem vende, a que preço, reclamamos as páginas e estruturamos a operação como deve ser.
Podemos assumir a operação completa ou entrar apenas onde a marca precisa de reforço. A escolha é sua, e dizemos com franqueza onde é que acrescentamos valor e onde é que não acrescentamos.
Seller Central no dia a dia: catálogo, fichas de produto, conteúdo A+, registo de marca, casos de suporte, stock e resolução de problemas antes que se tornem quebras de vendas.
Campanhas na Europa e nos Estados Unidos, geridas ao nível do termo de pesquisa. Reportamos ACOS e TACOS, e cortamos o que não paga o seu custo.
Análise de milhares de referências por mercado, com margem real calculada produto a produto, incluindo IVA, taxas de referral e custos de logística. Só avança o que dá lucro.
Ajudamos a decidir o modelo, entre logística da Amazon ou estrutura própria da marca, e a planear reposições para evitar ruturas e custos de armazenamento desnecessários.
Formamos a equipa da marca para ganhar autonomia. O objetivo não é criar dependência de uma agência, é a operação ficar sólida com ou sem nós.
Relatório mensal com o que foi feito, o que resultou e o que não resultou. Sem números maquilhados e sem linguagem de consultor.
Calçado, papelaria, acrílicos, alimentar, cosmética e saúde, entre outros. O que muda é o produto; o que não muda é a forma de decidir com base em números.




Mostramos apenas as marcas que autorizaram a utilização do nome. A carteira inclui outras, em setores como a saúde e a cosmética, que preferem não ser identificadas.
Percebemos o que a marca já faz na Amazon, o que quer fazer, e se faz sentido avançarmos. Se não fizer, dizemos nessa chamada e ficamos por aqui.
Analisamos a presença atual: quem vende os vossos produtos, a que preço, com que conteúdo, que posição ocupam e onde está a faturação a escapar. Entregamos isto por escrito.
O que atacamos primeiro, porquê, e o que esperamos que aconteça. Com prazos, e com a parte que depende de vocês identificada desde o início.
Trabalhamos a conta e reportamos todos os meses o que foi feito e o que resultou. Quando algo corre mal, está no relatório.
Cada caso mostra o antes e o depois, e ao lado a captura do Sellerboard de onde os números saíram. Comparamos sempre o período desde que assumimos a conta com o mesmo período do ano anterior.
A marca vendia de forma residual na Amazon, sem estrutura de catálogo nem publicidade.
12 meses face ao ano anterior
Operação já em funcionamento mas sem gestão dedicada de catálogo nem de publicidade.
6 meses face ao mesmo período do ano anterior
Catálogo presente na Amazon com margem por controlar e publicidade sem estrutura.
5 meses face ao mesmo período do ano anterior
Marca portuguesa a entrar numa categoria em Espanha onde a liderança pertencia a marcas internacionais com anos de vantagem.
Os dados são retirados do Sellerboard, a ferramenta de análise financeira ligada às contas de Seller Central de cada marca. Duas das marcas não são identificadas por opção de confidencialidade.
Comecei a vender na Amazon no final de 2020. O primeiro ano correu mal e não ganhei um euro.
A partir do segundo ano mudou. Passei pelo FBM e pelo FBA, com resultados nos dois, e gerei mais de 2 milhões de euros.
Em dezembro de 2025 parei de vender produto meu para me dedicar inteiramente a marcas. Trabalho com marcas desde o final de 2024.
Vendi com dinheiro meu antes de gerir contas de outros. Já tive capital parado em stock que não rodava e já tive de decidir se baixava o preço ou se aguentava a margem com a concorrência a descer. É por isso que os relatórios que enviamos falam de margem e de dinheiro que entra, e não de impressões e de cliques.
É uma questão legítima e não a evitamos. Na maioria dos casos a marca já está na Amazon, colocada por terceiros, a preços que não controla. A decisão real não costuma ser entre estar e não estar, mas entre controlar essa presença ou continuar a não a controlar. Ajudamos a definir uma política de canal que proteja a relação com os distribuidores.
Depende do ponto de partida. Corrigir conteúdo e reclamar páginas tem efeito em semanas. Construir posição numa categoria competitiva, com avaliações acumuladas, leva meses. Preferimos dizer isto antes de assinar do que explicá-lo à terceira reunião.
Não. Aconselhamos sobre o modelo logístico e planeamos as reposições, mas a operação física fica do lado da marca ou de um operador. Dizemos o que faz sentido em cada caso, sem vender um serviço que não prestamos.
Depende do âmbito, do número de marketplaces e da dimensão do catálogo. Apresentamos a proposta depois do diagnóstico, para que os dois lados saibam o que está em causa. Não trabalhamos com contratos que não consigamos cumprir bem.
Não assumimos duas marcas em concorrência direta no mesmo mercado. Se houver conflito, dizemos na primeira chamada.
Não é obrigatório para começar, mas é o que produz melhores resultados a médio prazo. Por isso incluímos formação: o objetivo é a vossa equipa perceber a operação, não ficar dependente de nós para cada alteração.
Diga-nos qual é a marca e o que já fazem na Amazon. Se virmos que conseguimos ajudar, explicamos como. Se não, poupamos-lhe o tempo.
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